quinta-feira, 14 de agosto de 2008


A influência do Sol em nossas emoções

(FONTE: www.weleda.com.br/cosmeticos/)

O astro fundamental para a sobrevivência dos seres vivos nos dá, também, o equilíbrio emocional
Desde a Antiguidade, o Sol é adorado pelos homens, que sempre reconheceram a sua importância para a manutenção da vida e da saúde de todos os seres vivos. No Egito, a figura do deus-sol Khepri era um escaravelho alado, que segurava a bola solar, simbolizando a nova vida. Apolo era o deus que representava o Sol, o algoz da escuridão, adorado na Grécia. Já na cultura andina, o Sol aparece no centro do calendário asteca, esculpido numa pedra circular.O ano era dividido em dezoito meses curtos e a importância solar no ciclo da agricultura era destacada.

Em muitas culturas, o Sol representa a energia masculina, a luz e o calor, enquanto a Lua, o mistério feminino e a criação. Ambos são símbolos de morte e renascimento: o Sol devido ao alvorecer e ao poente diários, a Lua, por seu ciclo mensal de nova a cheia.

A Antroposofia, como ciência espiritual, relata que a influência da esfera solar no ser humano se reflete no tórax, especialmente no coração, órgão que contém a sabedoria adquirida ao longo do tempo e aquilo que os hindus chamam de karma.

Segundo Jung, o Sol é um arquétipo (modelo padrão; exemplar) incorporado ao imaginário de todos os povos do mundo. Por isso, produz enorme impacto no indivíduo e determina suas emoções e perspectivas éticas e mentais. Além disso, influencia o seu relacionamento com dezras pessoas e afeta, assim, todo o seu destino.

O fogo está associado ao Sol, representando força e sacrifício espiritual em rituais e religiões. Mas, além de estar vinculado à purificação e novas revelações, o fogo tem caráter destruidor.

Os arquétipos combinam-se no indivíduo seguindo uma estrutura de totalidade. Essa estrutura se manifesta por meio dos temperamentos em que o melancólico é representado pela falta de sol, de calor e de energia, um retrato do medo, enquanto o colérico seria a expressão máxima da coragem, do calor e do fogo.

Mas o colérico também pode causar destruição. Neste caso, ele consome-se totalmente no fogo interior, incendiando-se nas próprias chamas e afundando na terra como o personagem de contos de fadas Rumpelstilzchen, de Gebruder Grimm, em seus acessos de fúria. Para a natureza colérica é essencial que o calor existente no sangue preencha o organismo de vida. Medicamentos, terapia artística, massagem rítmica e eurritmia podem diminuir o fogo excessivo ou suprir a falta de calor. Por sua vez, o melancólico também necessita de calor, de medicamentos que proporcionem mais luz e leveza ao corpo.

Podemos verificar, ainda, que os arquétipos são capazes de agir em nossa mente como forças criadoras ou destruidoras. São criadoras quando inspiram idéias novas e, destruidoras quando estas idéias se consolidam em preconceitos conscientes que impossibilitarão futuras descobertas.

As doenças também podem ser frias ou quentes, resultantes da falta ou do excesso de fogo e de calor. Foram realizadas pesquisas em países nórdicos, onde as temperaturas são muito baixas e o Sol pode ser percebido apenas em poucos dias do ano. Nessas regiões, verificou-se alta incidência de depressão e suicídios. Entretanto, a população de cidades litorâneas, em países de clima tropical, onde a presença do Sol é constante, tende a ser bem-humorada, alegre e despreocupada.

Em contrapartida temos o exemplo dos esquimós, que moram em iglus, no gelo. Eles quase não vêem o Sol e, apesar disso, são hospitaleiros, alegres, amorosos e calorosos com os povos que os visitam, suprindo a falta do Sol exterior com o brilho do Sol interno.

Percebemos, então, que o Sol é fundamental em nossas vidas. Se não temos o Sol físico, precisamos refletir nosso Sol interior através do afeto, do calor humano e da alegria. A natureza nos oferece plantas solares como açafrão, alecrim, camomila, celidônia, eufrásia, pimpinela, visco e dezras.

A Weleda produz medicamentos e óleos para massagem com plantas solares que nos proporcionam equilíbrio emocional e saúde, trazendo o Sol para nosso corpo.

segunda-feira, 14 de julho de 2008






Quando o luxo vem sem etiqueta...

O cara desce na estação do metrô de NY vestindo jeans, camiseta e
boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa
a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora
do rush matinal.
O vídeo da apresentação no metrô está no You Tube:

http://www.youtube.com/watch?v=hnOPu0_YWhw

Durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos
passantes, ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos
maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas
num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais
de 3 milhões de dólares.
Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde
os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares.
A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar
ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no
pescoço, indiferentes ao som do violino. A iniciativa realizada pelo
jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor,
contexto e arte.
A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão
num contexto.
Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem
etiqueta de grife.

segunda-feira, 7 de julho de 2008




PARA ENTENDER UMA MULHER...
_ Carlos Drummond de Andrade -



Para entender uma mulher é preciso mais que deitar-se com ela...

Há de se ter mais sonhos e cartas na mesa que se possa prever nossa vã pretensão...

Para possuir uma mulher é preciso mais do que fazê-la sentir-se em êxtase numa cama, em uma seda, com toda viril possibilidade...

Há de se conseguir fazê-la sorrir antes do próximo encontro...

Para conhecer uma mulher, mais que em seu orgasmo, tem de ser mais que amante perfeito...

Há de se ter o jeito certo ao sair, e fazer da saudade e das lembranças, todo sorriso...

O potente, o amante, o homem viril, são homens bons...

Bons homens de abraços e passos firmes...

Bons homens pra se contar histórias...

Há, porém, o homem certo, de todo instante: o de depois!

Para conquistar uma mulher, mais que ser este amante, há de se querer o amanhã, e depois do amor um silêncio de cumplicidade...

E mostrar que o que se quis é menor do que o que não se deve perder...

É esperar amanhecer, e nem lembrar do relógio ou café...

Há que ser mulher, por um triz e, então, ser feliz!

Para amar uma mulher, mais que entendê-la, mais que conhecê-la, mais que possuí-la, é preciso honrar a obra de Deus, e merecer um sorriso escondido, e também ser possuído e, ainda assim, também ser viril...

Para amar uma mulher, mais que tentar conquistá-la, há de ser conquistado...

Todo tomado e, com um pouco de sorte, também ser amado!

(Carlos Drummond de Andrade)

quarta-feira, 2 de julho de 2008


HISTORIA E INFLUENCIA DAS CORES
(fonte: http://www.tintascoral.com.br )

Desde que os primeiros homens começaram a usar as cores como forma de magia para atrair, através de seus poderes, a tão preciosa caça, as cores passaram a ter um papel cada vez mais fundamental e simbólico em todas as culturas do mundo. A ciência moderna com seu desdém a respeito de tudo o que considera irrelevante, classificando como crendices populares, foi incapaz de relegar a essa categoria a influência exercida pelas cores em todos os aspectos de nossas vidas.

O uso dado às cores, conforme os hábitos das diversas culturas mundiais durante o decorrer dos séculos, tinha o objetivo de obter resultados dirigidos diante de situações específicas como ferramenta de manipulação psicológica que, segundo a sabedoria popular, tem provado ser muito mais acurada do que se imaginava.


VERMELHO
O vermelho é uma cor mágica em muitas culturas, representa o sangue, a essência da vida. Ervas eram amarradas com uma fita vermelha e esta era, por sua vez, amarrada em volta da cabeça para aliviar a dor da enxaqueca. No Japão, crianças com catapora são mantidas em um quarto totalmente vermelho, vestidas com roupas vermelhas para apressar o processo de cura. Os ingleses usavam lenços vermelhos no pescoço para afastar os espíritos que causavam o resfriado. É também um sinal de ódio e de energia que deu errado e resultou em crueldade - tornou-se então o símbolo de Satã.

LARANJA
As laranjeiras fornecem uma generosa colheita ano após ano e, tanto nas culturas ocidentais como orientais, suas flores são usadas pelas noivas como um símbolo de fertilidade.

AMARELO
Os corpos dos aborígines australianos são pintados com ocre amarelo nas cerimônias funerárias. Na China os magos escrevem seus feitiços em papel amarelo para aumentar sua potência, e os antigos imperadores do país tinham "direitos exclusivos" ao uso do amarelo. Na Idade Média tanto Judas como o Diabo eram representados vestidos de amarelo. Sendo o amarelo-ouro o símbolo do Sol, significando o poder e a bondade de Deus, a auréola dos santos é dourada para mostrar a luz da vida eterna.

VERDE
Devido ao seu uso nas cerimônias pagãs, o verde foi banido pelos primeiros cristãos. Na Irlanda o verde é associado às fadas e acredita-se que pode dar azar devido a esta ligação. O verde é muito usado nos hospitais com base na crença de que esta cor ajuda o processo de recuperação da saúde. Para os muçulmanos, o verde é sagrado e simboliza a imortalidade. Buda, muitas vezes, é pintado frente a um fundo verde para denotar a vida eterna atrás de todas as encarnações temporárias do homem.

AZUL
O Deus dos Judeus ordenou aos israelitas que usassem um barrado azul em suas roupas. O deus hindu, Vishnu, era azul. É a cor das roupas de Nossa Senhora. Na Escócia as pessoas usam roupas azuis para restaurar a circulação. No norte da Europa, por volta de 1600, um pano azul era usado no pescoço para evitar doenças. Culturas asiáticas acreditam que vestir ou carregar algo azul afasta o mau olhado.

VIOLETA
É um tom especialmente sagrado para as culturas romanas e egípcias nas figuras de Júpiter e Osíris. Associa-se às dimensões sagradas, justiça, diligência, nobreza de espírito, pensamento religioso, idade avançada e inspiração. Na igreja católica é usado pelos sacerdotes para transmitir santidade e humildade. Como era uma cor cara de se produzir, tornou-se um símbolo da realeza, e portanto era evitada pelos primeiros cristãos. Na China o violeta simboliza a morte e é a cor das viúvas.

MARROM
Nas culturas orientais acredita-se que o marrom incorpore toda a força natural do elemento terra. A força vital do nosso planeta. Na Idade Média era a cor designada aos camponeses, e portanto é associada à humildade.

BRANCO
Pitágoras, o filósofo grego, acreditava que a cor branca continha, além de todas as outras cores, todos os sons. Muitos dos antigos templos e das atuais igrejas são brancas. As tradições nipônicas consideram o branco a cor do luto. Para denotar inocência virginal, lírios brancos apareciam nas pinturas da Anunciação.

CINZA
Essa cor foi utilizada pelos povos primitivos para marcar as paredes das cavernas e reclamar seus domínios. É uma cor sombria, e foi utilizada pelas pessoas comuns durante o tempo de Carlos Magno, no século VIII.

PRETO
Na Grécia antiga, o preto simbolizava a vida porque o dia nascia da escuridão. Em Madagascar uma pedra negra é colocada em cada um dos quatro pontos cardeais, sobre o túmulo, para representar a força da morte. Já para os antigos egípcios a negra lama do Nilo representava um renascer e os gatos pretos eram considerados duplamente sagrados. Na Roma antiga sacrificavam-se bois pretos para satisfazerem os deuses das profundezas.

terça-feira, 10 de junho de 2008



A arte de dizer as coisas

Uma sábia e conhecida estória diz que, certa vez, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.

- Que desgraça, senhor! exclamou o advinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.

- Mas que insolente ! - gritou o sultão enfurecido - Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!

Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem açoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho. Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:

- Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.

A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo advinho. E, quando este saía do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado:

- Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro.

- Lembra-te meu amigo - respondeu o adivinho - que tudo depende da maneira de dizer... Um dos grandes desafios da humanidade é aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra. Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Porém, a forma com que ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas.

A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta, mas, se a envolvermos em delicada embalagem, e a oferecermos com ternura, certamente será aceita com felicidade.


Autor Desconhecido

segunda-feira, 5 de maio de 2008

SOBRE SER MÃE...



PARTEM CARAVELAS


Há muito tempo - antes de que existisse a abundância de bens de consumo a que agora estamos habituados - a sabedoria popular considerava o nascimento de uma criança como o receber de um dom, de uma prenda sem preço.

As nossas avós repetiam isto, com aquele espanto sempre renovado perante o mistério da vida.

Agora, o nascimento de uma criança é frequentemente considerado como uma catástrofe. Deve ser evitado a todo o custo. Prefere-se mil vezes que nasça uma vaca a que nasça uma criança.

A vaca é útil.

Faz-se aquilo que for preciso para evitar um nascimento. Mesmo que seja a esterilização; mesmo que seja o aborto.

As crianças eram antes bem vindas, mas agora não são.

Que foi que perdemos entretanto? Como pudemos chegar a este ponto?

É verdade que nos tornámos materialistas. Tudo se tornou para nós num negócio. Todos os nossos pensamentos giram agora à volta de números: crédito, débito...mensalidades, multibanco...

Nasceram-nos calos nos dedos, de tanto contarmos dinheiro.

Mesmo as poucas crianças que deixamos nascer são fruto de umas quantas contas, feitas antecipadamente com todo o cuidado.

Não parecem ser resultado do amor. São filhas do cálculo.

E dizemos: "Agora ainda não; mais à frente se verá". Fazemos contas. Fazemos sempre muitas contas.

Pesamos muito bem os prós e os contras. Quanto trabalho nos darão? Quanto tempo nos farão perder? Que bens teremos para lhe dar? E - temos de reconhecer que fazemos esta pergunta - que ganharemos com a vinda desse ser? Que trará ele à nossa vida?

O que aconteceu, porém, não foi apenas termo-nos tornado materialistas.

É que continuamos, cada vez mais, a falar dos direitos humanos. Trazemo-los na boca com uma facilidade que impressiona. Ora os direitos do homem começam pelo direito a nascer, evidentemente.

Quando, com a boca cheia, dizemos direitos humanos estamos a referir-nos apenas aos nossos próprios direitos. Ao nosso direito ao bem-estar, à comodidade e à satisfação dos nossos apetites.

Falamos de direitos humanos - nós os que contamos dinheiro e fazemos abortos - e, por isso, somos hipócritas.

Acrescentámos ao materialismo a hipocrisia.

Não sei como suportamos olhar-nos ao espelho.

Transformámo-nos em canalhas e não demos conta disso.

Uma criança é, antes de mais, um dom. O dom mais belo que uma mulher pode oferecer ao marido; o dom mais belo que um homem pode oferecer à sua mulher; o dom mais belo que uma família pode oferecer à sociedade.

É verdade que um filho que nasce não produz nada de material, e que não recebemos grande ajuda do Estado, e que teremos de gastar muito dinheiro com ele. Mas, ao mesmo tempo, um filho é um poderoso estímulo para os pais, que desejam oferecer-lhe um ambiente agradável, uma boa educação, roupa, férias.

É também um estímulo para os poderes públicos, que terão de se modernizar, de melhorar as infra-estruturas e o sistema educativo.

Mas se calhar não estamos dispostos a receber estímulos. Estamos muito bem assim como estamos. Temos a barriga cheia, aquecimento em casa e uma conta confortável no banco. Não estão a correr nada mal os nossos planos para em breve podermos comprar um novo carro, ou para, finalmente, fazermos aquelas férias com que sempre sonhámos.

Aventuras? Sim, ouvimos falar delas nos bancos da escola.

Que grandes homens eram esses nossos antepassados que atravessavam mares imensos naquelas frágeis caravelas! E que vidas cheias tinham!

Ter uma criança significa que aceitámos embarcar numa dessas caravelas que, através de mares desconhecidos e tormentas, tentaremos levar a um bom porto. E que não há caminho de regresso.

Mas hoje o nosso sonho não vai sequer até à beira-mar. O nosso olhar tem um horizonte que não ultrapassa o nosso umbigo; que não chega sequer lá, no caso de a barriguinha estar demasiado pejada de prazeres...

De cada vez que parte outro navio nós ficamos a olhar. Somos sempre daqueles que ficam na praia.

Terra firme! Terra firme! As mãos e os pés bem apoiados, não vá acontecer qualquer coisa...

De cada vez que parte outro navio sentimos - mas fazemos por esquecer isso depressa... - que há algo em nós que gostaria de ter partido também. São vestígios das loucuras da juventude, pensamos. E rapidamente fazemos por retornar ao "bom senso"...

É também isso: envelhecemos antes de tempo. Revestimos de cinza a alma que devia ter ainda as cores do sonho e do ousar.

E quando às vezes - talvez num passeio pelo parque ou na missa do Domingo - deparamos com uma família daquelas que têm muitos filhos, a mexerem-se agitadamente em brincadeiras e risos, calamos um não-sei-quê de inveja. Apressamo-nos a pensar coisas do estilo de "Estes pais são loucos... Nos tempos que correm...".

O que nos acontece é que estamos a precisar de um pouco dessa "loucura" de ousar.

"E como seria depois?", perguntamos prudentemente.

Depois... - sirvo-me de novo da sabedoria popular - cada filho que chega traz um pão debaixo do braço.

Paulo Geraldo
(FONTE: http://familia.aaldeia.net/partemcaravelas.htm )

terça-feira, 15 de abril de 2008

UTILIDADE PÚBLICA!!!

DENGUE TEM CURA

A expansão da dengue interessa aos laboratórios que vendem milhares defrascos de remédios inócuos por dia. Os governos municipais recebem verbas vultosas para combater essa doença,mas preferem aplicá-las em outras atividades (por que será ???). Todo esse desleixo tem contribuído para o surgimento de novos tipos deDengue, sempre mais resistentes e mais letais. No Rio de Janeiro, os casosregistrados oficialmente aumentaram mais de 100% em relação a 2007.

Médicos alopatas prescrevem receitas com Tylenol enquanto falam aospacientes que não existe cura para a doença, o que não é verdade.

O cravo amarelo, conhecido popularmente como cravo de defunto, é baratíssimo e ecologicamente correto. Possui tons variados chegando ao laranja e suas folhas têm um cheiro inconfundível, que espanta o mosquito da Dengue. O chá não tem cheiro nem gosto e os sintomas da doença (febre e dor)desaparecem em duas a três horas, normalmente.

Ajude a divulgar a cura da dengue pela medicina naturista. O nome cientifico do cravo amarelo é targetes erectus linn, que possui princípio antiviral eficaz contra o flaviviridae (vírus da dengue).

Em muitas cidades é possível encontrar essa planta em floriculturas, praças, canteiros de avenidas e jardins. Também é comum encontrarmos nos quintais de casas da periferia. Em lojas especializadas, pode-se comprar sementes para plantar. Com o chá, em curto espaço de tempo, o dengoso não terá mais febre, dores em todo corpo,ânsia de vômito, etc., e não transmitirá o vírus para outras pessoas. Em minha cidade, conheço um médico alopata que tomou o chá e se curou, passando a recomendar a seus pacientes, embora, continue a prescrever a medicação convencional do paracetamol, que não cura. O chá cura mesmo !!

O chá pode ser tomado puro ou adoçado. O paracetamol pode ser tomado juntamente com o chá para aliviar a febre e as dores, imediatamente.

Há registro de uma mulher grávida que não tomou o chá e perdeu o bebê. Outro caso, a mulher grávida contraiu dengue, sua médica autorizou-a a usaro chá. Ela se livrou da dengue e toda gravidez transcorreu normalmente.

CRAVO DE DEFUNTO

Nome científico: Tagetes patula L.Família: Asteraceae. Sinônimos botânicos: Tagetes elongata Willd., Tagetes ernstii H. Rob.&Nicolson, Tagetes heterocarpha Rydb., Tagetes major Gaertn., Tagetesremotiflora Kunze, Tagetes erecta L., Tagetes corymbosa Sweet, Tagetestenuifolia Millsp.

Outros nomes populares: botões-de-solteirão, cravo, cravo-francês,rosa-da-índia, tagetes e tagetes-anão. French marigold (inglês), clavel deíndias (espanhol), marigold (francês), tagete (italiano).

Constituintes químicos: carotenóides, cineol, linalol, carvona, ocimeno,dextra-limoneno, fenol, anetol, eugenol, quercetagetina.

Propriedades medicinais: analgésica, aperitiva, antiespasmódica,anti-reumática, antitussígena, imunoestimulante, laxativa, peitoral,pesticida natural, purgativa, sudorífera, vermífuga.

Indicações: acne, aliviar problemas pancreáticos e de ouvido, angina,aumentar a resistência imunológica, autismo, bronquite, cólicas uterinas,crianças com deficiência mental, espantar insetos (pulgões,formigas, pernilongos), espasmo, furúnculo, dores reumáticas, melhorar oapetite, prisão de ventre, problemas de aprendizagem, resfriado, reumatismo,sudorífico, tosse, vermes e DENGUE.

Obs.: usado como floral: em choques emocionais, traumas, mágoas, debilidadessensoriais.

Parte utilizada: folhas, flores. Contra-indicações/cuidados: não há registro.

Efeitos colaterais: não há registro.

Modo de usar para dengue: faça um chá, fervendo durante dois minutoscerca de 20 galhos em meio litro d´água. Tome morno, um copo pequeno(não tem gosto algum), a cada hora.

(Dra. Rosele Marry Alves - Médica Naturista)