segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

BEBER REFRIGERANTE AUMENTA O RISCO DE ACIDENTE CARDIOVASCULAR


WASHINGTON – Pessoas que ingerem refrigerante “diet” cotidianamente possuem um maior risco de acidente vascular (61% a mais) em comparação com aqueles que não consomem nenhum refrigerante, de acordo com a pesquisa publicada no dia 16/02/2011.

Este estudo foi realizado com 2.564 pessoas em Nova York, como parte de um projeto chamado “Northern Manhattan Study (nomas)”.
                                                         
“Se esses resultados forem confirmados por outros estudos, isso indica que o refrigerante diet não é o melhor substituto para as bebidas açucaradas para reduzir o risco cardiovascular”, disse a Dra. Hannah Gardener, epidemiologista da Faculdade de Medicina da Universidade de Miami, Flórida (Sudeste).

Ela é a principal autora deste trabalho apresentado na Conferência Anual Internacional da reunião da American Stroke Association, neste mês em Los Angeles (Califórnia). Para este estudo, os pesquisadores pediram aos participantes no início, que dissessem o tipo e a quantidade de refrigerante que eles consomem.

A partir de suas respostas, eles foram agrupados em sete categorias, desde aqueles que nunca bebem, àqueles que bebiam moderadamente (uma vez por mês a seis vezes por semana) e cotidianamente (pelo menos uma vez por dia).

Durante um período de seguimento de 9,3 anos, houve 559 acidentes vasculares no grupo, incluindo acidente vascular cerebral isquêmico (causado por um coágulo em um vaso) e hemorrágico, decorrente da ruptura de um vaso sangüíneo. Os grandes consumidores de refrigerante “diet” tiveram um risco de acidente vascular 61% superior aos outros.

Os autores do estudo levaram em conta a idade, o sexo e etnia dos participantes, assim como ser fumante, ser fisicamente ativo ou sedentário, seu consumo de álcool e regime alimentar. Mas mesmo tendo em conta outros fatores, como excesso de peso e antecedentes de doença cardíaca, o aumento do risco cardiovascular para aqueles que ingerem refrigerante “diet” cotidianamente ainda era de 48%.

sábado, 8 de janeiro de 2011


(Foto by Sandra Hasmann)


Entendendo a hiperatividade


Sabemos que é próprio da criança gostar de brincar, fazer bagunça e correr de um lado para o outro. Toda essa movimentação dá uma canseira nos pais ou em seus responsáveis. Entretanto, é necessário ter muito cuidado para não identificá-la erroneamente como portadora do TDAH ou Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade.

O que percebo é que crianças indisciplinadas, birrentas, malcriadas, falantes e muito espertas, principalmente para o que lhes interessa, são classificadas erroneamente de hiperativas. Estudos apresentados no Manual Diagnóstico e Estático de Transtornos Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria, orientam a identificar pelo menos seis características, por um período mínimo de seis meses, e, principalmente, observar se estão causando prejuízos à vida escolar, social e familiar da criança.

Vejamos algumas características da criança portadora de TDAH:

Apresenta dificuldade de concentração;
Não ouve quando alguém fala;
Não consegue terminar uma tarefa;
Tem dificuldade em aguardar a sua vez;
Fala excessivamente;
Não consegue ficar sentada;
Não obedece às regras;
Interrompe conversas sem pedir licença;
Age como se fosse movida a motor.

Portanto, se você perceber que seu filho apresenta algumas dessas características e que seus relacionamentos estão sendo prejudicados, tanto em casa como na escola e no convívio social em situações agradáveis e desagradáveis, procure ajuda de um profissional especializado. Do contrário, verifique se os fatores ambientais são ou não favoráveis, como dificuldade de adaptação na escola, desentendimento entre os pais, perda de alguém importante, maus-tratos, violência, etc. Em muitos casos constatamos que a agitação da criança é o reflexo do que ela está vivendo no seu dia-a-dia.


Família e escola em ação

Para trabalhar com crianças hiperativas é necessário organizar um esquema que envolva todas as pessoas ligadas à criança. É imprescindível e produtivo que ela seja atendida dentro de um esquema multidisciplinar que englobe a família, a escola, o neurologista, o pediatra, o psicólogo, o pedagogo e outros profissionais relacionados ao tema.

Assim, será possível fazer um trabalho comportamental, orientando, recomendando e reestruturando os ambientes, lidando com as dificuldades com amor, paciência, carinho, compreensão e atitudes firmes com sua criança. Lembre-se de que ela é o foco de toda a sua atenção.


A autora do artigo, Maria José Silva, é psicopedagoga

(FONTE: 
http://www.mulhervitoriosa.com.br)

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011


Casa arrumada
(Foto por  Sandra Hasmann)

Casa arrumada é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia. 
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.
Texto Lena Gino

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

            DICAS PARA UMA FESTA DE NATAL PERFEITA           
O Natal esta se aproximando e precisamos começar logo a pensar nos preparativos afinal o Natal é aquela época gostosa para se reunir os amigos e a família e certamente uma festa inesquecível cai como uma luva para a ocasião para resgatar pessoas queridas próximas de nós. E não pense você que dá muito trabalho organizar uma festa nataliana.  Algumas regrinhas básicas e dicas ajudam a fazer da data uma festa deliciosa e linda.
É sempre bom você começar fazendo uma lista com atencedencia; correria nessas horas só atrapalha. Depois disso selecione quem vai participar da sua festa: lembre-se que Natal é para a família e os amigos próximos. Você pode convidá-los pessoalmente ou por telefone.
Você não precisa necessariamente presentear cada amigo ou parente. Um amigo secreto( amigo oculto) é mais prático e fácil e acaba agradando todo mundo já que ninguém sai de mãos vazia e ainda dão boas risadas durante a troca dos presentes; sucesso garantido. Caso não consiga sortear os papéis antes da festa, a solução é fazer uso dos sites que programam o sorteio dos nomes é uma ótima opção.
Depois de decidir quantos participantes a festa terá, é hora de decidir o que servir. Há a opção de contratar uma empresa que já forneça a ceia. Você ainda pode colocar a mão na massa e fazer você mesma ou reunir alguns convidados e dividir a tarefa o que é ainda mais gostoso – neste último caso você que deve oferecer a ceia principal, os convidados são responsáveis pelos pratos secundários.
A ceia não precisa ter um cardápio exótico. A entrada pode ser feita com frutas natalinas, frescas e secas que podem ser usadas inclusive para a decoração da mesa. O prato principal pode trazer as carnes mais tradicionais como peru, chester, tender ou peixe, lembrando que apenas duas opções são suficientes basta de exageros. O acompanhamento pode ser com farofa, saladas e uma boa massa. A sobremesa pode ser sorvete com bolo ou Browne.
A quantidade de comida a ser servida vai depender do número de pessoas que você irá convidar; um peru de 5 quilos serve um grupo de 12 pessoas, por exemplo. Faça o calculo do prato principal sempre levando em conta os acompanhamentos. Se sobrar não há problema em dividir com os convidados para eles levarem embora.
As bebidas devem ter como base o seguinte cálculo: uma garrafa de vinho serve quatro pessoas; meio litro de refrigerante para cada um; uma garrafa de cerveja para cada pessoa e cada garrafa de champanhe para duas pessoas.
A decoração pode ser feita com uma grande árvore de natal cheia de enfeites e presentes. Velas e flores com as cores do natal podem ser espalhadas pelos cômodos onde as pessoas irão circular. A mesa também pode ser enfeitada com uma toalha com motivos natalinos e velas para dar um charme. Uma dica é fazer um arranjo com velas, pinhas e bolas de natal.
No grande dia sirva a entrada, depois a salada, em seguida as carnes e a massa e por fim a sobremesa. Pronto, sua festa tem tudo para ser perfeita.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010



Aprendendo com as flores



A natureza está sempre a nos dar lições! Em larga escala, naquelas situações que fogem totalmente ao nosso controle, nos amedrontamos diante de uma tempestade, nos maravilhamos diante do espetáculo de um pôr do sol. A reflexão sobre estas vivências pode nos mostrar o quanto temos dentro de nós de força e de beleza. Mas de que maneira a simples observação das flores, por exemplo, pode nos ajudar em nosso dia-a-dia?
     Dr. Bach, médico inglês nascido em 1886 que desenvolveu o primeiro sistema floral hoje conhecido como Florais de Bach, acreditava que a natureza, em especial as flores, tinha muito a nos ensinar. Sua sensibilidade, aliada ao conhecimento de teorias anteriores que falavam da assinatura e dos gestos das plantas estudadas e desenvolvidas por Paracelso e Goethe, o levou a uma observação detalhada, minuciosa e amorosa das flores. Isto resultou no desenvolvimento de um sistema de auxílio ao ser humano sutil, inofensivo e, ao mesmo tempo, muito efetivo.
     Nas teorias já explanadas sobre o gesto das plantas de Goethe, que muito se aproximava da doutrina das assinaturas que Paracelso estudou e desenvolveu, o médico descobriu que as plantas nos permitem analogias com o ser humano, partindo do princípio de que somos todos, homens e plantas, manifestações diferentes da mesma força criadora. E do orvalho da manhã contido nas flores - a parte da planta onde se concentra toda sua energia reprodutiva - sob ação do sol, Dr. Bach extraiu o modelo de elaboração das essências florais. Observando as plantas e flores da região onde nasceu e cresceu, escolheu dentre grandes árvores e pequenos arbustos floridos, aqueles nos quais reconheceu uma semelhança com os desafios humanos, chegando aos 38 remédios florais.

Observação e analogia

     Do grande carvalho, por exemplo, árvore nativa da Inglaterra e sagrada para os povos originários daquela região, Dr. Bach captou qualidades que julgou serem necessárias aos seres humanos. O carvalho é uma árvore enorme, de tronco forte, de copa muito ampla sob a qual os homens podem descansar e confraternizar, onde animais são protegidos e alimentados. Sua madeira de excelente qualidade foi importantíssima na construção de barcos e de catedrais. Mas apesar de tantas qualidades, Dr. Bach também pôde perceber que o porte do carvalho impedia outras árvores de se desenvolverem próximo a ela.
     O médico inglês intuiu que o floral extraído da flor desta árvore, o Oak, poderia ajudar pessoas que se caracterizam por assumir excesso de responsabilidades. Indivíduos que colocam todos sob sua sombra, protegendo, acolhendo, mas muitas vezes também se excedendo a ponto de não permitir que os outros cresçam e se desenvolvam por si próprios. Pessoas que deixam suas próprias necessidades, a alegria, a autorrealização, em segundo plano. E que nunca se permitem dizer não, que acreditam que dão conta de tudo, indefinidamente, podendo chegar até mesmo a uma exaustão crônica. Dr. Bach percebeu que a essência floral Oak produzia o efeito de levar a pessoa a flexibilizar o comportamento, resgatar a alegria de viver e reconhecer os limites de sua grande força moral e física.
     Por outro lado, observando a delicada Centaury, pequenas flores de cores claras e suaves, que nascem em solos secos e pobres à beira da estrada, o médico reconheceu pessoas que são facilmente pisadas, subjugadas. Aquelas que aceitam toda e qualquer tarefa, mesmo as humilhantes, já que acreditam que disso dependem para ganhar aprovação e reconhecimento. As pessoas que podem se beneficiar do floral Centaury são tímidas e dependentes e podem transformar os desejos e expectativas de outros nos seus próprios, anulando-se completamente. Isso as torna desmotivadas, sem energia, permanentemente cansadas. O floral Centaury pode ajudá-las a recuperar seu valor intrínseco, reassumir o controle da própria vida e descobrir sua força interior de ação e de decisão.

Sistema de ajuda e cuidado

     E assim, por meio de observação e analogia, Dr. Bach nos deixou este maravilhoso sistema de ajuda e cuidado, que deu origem a diversos outros sistemas que observam e montam seus repertórios próprios. Todos eles baseados nas flores, nos seus gestos e assinaturas. E na sensibilidade de um observador cuidadoso e amoroso.
Podemos aprender que nós, assim como as flores, temos a capacidade de transformar adubo mal cheiroso em perfume, se nos dedicamos ao nosso crescimento pessoal, à transformação interna que precisamos fazer para produzirmos o melhor de nós mesmos. Essa é a melhor lição que podemos aprender da natureza para melhorar nossa auto-estima!

FONTE: http:// www.personare.com.br

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Conquistas externas e internas
O homem moderno, criador de excelente tecnologia e descobridor de inúmeras leis que regem o Universo e a Vida, teima em ignorar a Lei de Amor, fator causal da felicidade e expressão máxima do Divino Pensamento.

Graças aos engenhos sofisticados da Astronáutica logrou pousar repetidas vezes na Lua, enquanto suas admiráveis naves espaciais viajam na direção de outros planetas do sistema solar, e já fala em turismo espacial.

As distâncias exteriores têm sido conquistadas a cada dia e a cada hora, aproximando-nos dos diferentes corpos celestes e de variados lugares terrestres.

As velocidades são alcançadas de forma desafiadora, já havendo ultrapassado a do som.

Para o homem moderno, tem sido relativamente fácil superar esses desafios.

Porém, não vence a distância emocional que o isola, no lar, dos demais familiares; no escritório, dos colegas; na sociedade, das outras pessoas.

Mergulhado no oceano dos conflitos que o afogam, ainda não resolveu viver próximo do seu irmão, em comunhão de elevada solidariedade, encontrando-se e encontrando o familiar, o companheiro, o desconhecido que pode se tornar amigo, o desafeto que pode se transformar em colaborador.

As experiências que decorrem das viagens para fora, mais o isolam no ninho doméstico, no local de trabalho, na comunidade.

Nas férias busca relacionamentos novos, com pessoas que vivem longe, que logo se diluem no esquecimento ou na indiferença, e quando necessita de afetos e amizades coloca anúncios nos jornais, afirmando-se pessoa tímida.

Ou, então, navega pela Internet a procura de alguém que lhe ouça as amarguras, protegido pelo anonimato e descompromissado com a aproximação.

Alguns buscam o triunfo no relevo social, na polpuda conta bancária, nas jóias de alto preço, nos bens imobiliários luxuosos, nos veículos caros, e esquecem-se de atender ao chamado do amor, que plenifica por dentro tanto os que possuem coisas como os que nada têm.

Temos que convir, portanto, que há um abismo separando o homem externo do homem interno; entre aquele que vence as distâncias físicas, mas não se auto-encontra; que resolve as dificuldades de fora e não equaciona as de dentro, evitando-as, mascarando-as, transferindo-as no tempo.

Inevitavelmente, esse indivíduo faz-se vítima da própria conduta, tornando-se inseguro, insatisfeito, alienado e, não raro, vítima da saturação, da irritabilidade, do tédio, que o poderão empurrar para os alcoólicos ou outras drogas, para o sexo descomprometido, para a loucura, o suicídio, ou o crime.

Faz-se urgente que alteremos nossa ótica equivocada pela qual temos observado as finalidades da vida, a fim de que encontremos as soluções para os problemas do ser humano em si mesmo.

***

O homem de hoje, enfrentando alta soma de dissabores, angústias e incertezas, não terá outra alternativa, logo mais, exceto viajar para dentro, aproximando-se dos demais indivíduos e redescobrindo a sua imortalidade espiritual, a transitoriedade do corpo orgânico, e a excelência do amor como responsável por tudo quanto existe, manifestação natural e especial de Deus.
 

Baseado na mensagem "Conquistas Externas e Internas" do livro: Sob a Proteção de Deus, ed. LEAL.

FONTE: www.reflexao.com.br