sexta-feira, 30 de outubro de 2015
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
PRIORIDADES
*Por Lya Luft
Não sei se sou otimista demais, ou fora da realidade. Mas, à medida que fui gostando mais do meu jeans, camiseta e mocassins, me agitando menos, querendo ter menos, fui ficando mais tranquila e mais divertida.
Sapato e roupa simbolizam bem mais do que isso que são: representam uma escolha de vida, uma postura interior.
Nunca fui modelo de nada, graças a Deus. Mas amadurecer me obrigou a fazer muita faxina nos armários da alma e na bolsa também.
Resistir a certas tentações é burrice; mas fugir de outras pode ser crescimento, e muito mais alegria.
Cada um que examine o baú de suas prioridades, e faça a arrumação que quiser ou puder.
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
ENTREVISTA
Queridos(as)
Não deixem de ver a entrevista que dei para Selmo Vasconcellos (De Rondônia para o mundo) nesse ultimo 27/09. É só clicar abaixo..
http://www.selmovasconcellos.com.br/colunas/entrevistas/sandra-hasmann-entrevista-no-613/
Bjs
Sandra
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Feminino Sagrado: A arte de se vestir
*Por Maria Soledad

Como é meu guarda roupa?
Abarrotado de peças que não me refletem?
Mas não quero jogar fora …
Quando vamos ao nosso guarda roupa devemos pegar cada peça de roupa e sentir se ela vibra, se está viva, se nos reflete, se com ela honramos o nosso ser. Se não é assim, pode vibrar para outra pessoa, e podemos doa-la.
Alguns critérios são importantes:
Que a minha roupa me lembre da Deusa que me habita.
Que os tecidos sejam sobretudo naturais, como algodão, linho, seda.
Que tenham boa origem e a tintura não seja toxica.
Que não seja fruto de trabalho escravo ou abusivo
Muitas vezes nos vestimos de forma inconsciente, buscando agradar, nos adaptar, copiar nossos pais, ou o oposto, rejeitando o vestuário, ou ainda buscando chocar nosso entorno, como em uma luta.
Se vestir dessa forma traz segurança, humildade, alegria. Ao contrário do que temos hoje: roupas para disfarçar que somos magras ou gordas, ou muito altas ou muito baixas. Roupas para satisfazer quem nos rodeia. Roupas para ser igual a algum modelo inalcançável. Roupas para se auto afirmar. O resultado geralmente é insegurança, sentimentos de inadequação, de nunca ser bom o suficiente, sempre algo está faltando.
Mas pode ser diferente. Podemos voltar a nos vestir honrando-nos. Não tendo muita roupa, mas tendo realmente roupas nas quais nos sentimos bem, nas quais nos sentimos deusas.
Podemos voltar a cuidar dos tecidos e tintas que estarão em contato com nossa pele quase o dia todo. Tecidos sintéticos não deixam a pele respirar. Criam eletricidade e fecham nossa energia. Se as roupas foram feitas por pessoas em situação de sofrimento, como as mulheres que trabalham em um regime quase escravo, também trazem essa vibração para nós. Além de estarmos nutrindo esse regime de trabalho.
Como está seu guarda roupa?
*Maria Soledad é Psicóloga, especialista do feminino. Mora na França, e nos últimos 11 anos lecionou em mais de 15 países, formando terapeutas e líderes de grupos femininos. Tive o privilegio de ser sua aluna num curso maravilhoso, Ver todos posts por Maria Soledad
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
UM COSTUME EDIFICANTE...
Recebi o texto abaixo pelo Facebook, do prezado Prem Abodha, e achei tão bacana a mensagem que não poderia deixar de compartilhar com vocês, leitores queridos. Espero que ela os leve a uma boa e oportuna reflexão, tal qual ocorreu comigo..:
Há uma tribo africana que tem um costume muito bonito.
Quando alguém faz algo prejudicial e errado, eles levam a pessoa para o centroda aldeia, e toda a tribo vem e o rodeia. Durante dois dias, eles vão dizer ao homem todas as coisas boas que ele já fez.
Quando alguém faz algo prejudicial e errado, eles levam a pessoa para o centroda aldeia, e toda a tribo vem e o rodeia. Durante dois dias, eles vão dizer ao homem todas as coisas boas que ele já fez.
A tribo acredita que cada ser humano vem ao mundo como um ser bom, cada um de nós desejando segurança, amor, paz, felicidade.Mas às vezes, na busca dessas coisas, as pessoas cometem erros. A comunidade enxerga aqueles erros como um grito de socorro.
Eles se unem então para erguê-lo, para reconectá-lo com sua verdadeira natureza, para lembrá-lo quem ele realmente é, até que ele se lembre totalmente da verdade da qual ele tinha se desconectado temporariamente:"Eu sou bom".
Fonte: Dharma Comics
terça-feira, 11 de agosto de 2015
Educar para a vida...
Ensinem suas filhas e filhos a pegar ônibus logo cedo, primeiro com vocês, depois sozinhos. Eles vão precisar disso um dia na adolescência ou na vida adulta e mesmo que você seja muito rico e pense que não precisarão, não há como ter certeza. Se nunca andaram, terão tendência a ficarem abobalhados, pouco espertos e mais propensos a sofrerem assaltos ou atropelamentos.
Ensinem seus filhos e filhas a andar a pé, porque só se aprende a atravessar ruas andando a pé. Bicicleta só para recreação, com você carregando o malinha e sua mala rampa acima, não vai dar boa coisa. Molequinhos e molequinhas precisam saber ir e voltar. Carregarem seus casaquinhos, bonequinhas e carrinhos faz parte da missão: mãe e pai não são cabides.
Ensinem suas filhas e filhos desde bebês a descascar bananas, maiorezinhos devem saber comer maçã sem ser picada, devem aprender a espremer um suco no muque, usar garfo e faca, colocar a roupa suja no cesto, lavar, secar e guardar louça. Assim não serão os malas na casa da tia no dia do pijama. No mínimo.
Ensinem seus filhos e filhas adolescentes a lavar o próprio par de tênis, lavar, pendurar, recolher e dobrar roupas, cozinhar algo básico, trocar lâmpadas e resistência do chuveiro. Ensine que isso pode não ser prazeroso como tomar um sorvete ou jogar no celular, mas é importante e necessário.
Ensinem suas filhas e filhos a plantar, colher e entenderem a diferença entre um pé de alface e um pé de couve. Você pode não acreditar, mas por falta de ensinamentos básicos muita criança se cria achando que leite é um produto que nasce em caixas. Isso não é engraçado, é um efeito colateral involutivo do nosso tempo.
Não tema o fogo, o fogão, a chaleira nas mãos dos coitadinhos. Se você não ensinar, eles vão fazer muita bobagem e vão se queimar. Educar é confiar nas capacidades e na inteligência deles. É mostrar perigos e ensinar a lidar com perigos.
Eduquem seus filhos para a vida, para capacidades. Prazer não precisa ser ensinado, é um benefício, um privilégio. Ter empregada doméstica em casa não deve ser visto e sentido como alguém que vem acoplado ao lar, quase uma "coisa" um "objeto humano" de limpar e organizar sem parar.
Essas não são dicas moralistas. Educar para a solidariedade é um ato até egoísta e nada poético. Ao ensinar coisas básicas de sobrevivência aos filhos, estamos promovendo confiança e capacidade, auto-estima, senso de dever e responsabilidade.
Evite produzir e multiplicar pessoas que um dia serão adultos entediados, mimados que acharão eternamente que vieram ao mundo a passeio, sem a menor noção do que é resiliência, inaptos para cuidar de si mesmos e de outros, caso se multipliquem preguiçosamente.
A vida pode ser bela, a vida pode não ser dura para herdeiros, mas ela cobrará sempre, de qualquer um de nós, firmeza e força de vontade. Isso não é nato, depende de adversidades e luta pela sobrevivência e nada tem a ver com capacidade de apertar um botão ou deslizar os dedões no Iphone.
*Por Cláudia Rodrigues
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